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Endereço: Formiginhas Bordadeiras

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Entrevistador: Padre René Laurentin Entrevistado: Maria Aparecida Martins d´Ávila - “Cidinha”
Intérprete: Aída Maria Veloso Pinheiro
Data: 21/05/09
Local: Residência da Cidinha – Vitória - Espírito Santo


PADRE RENÉ LAURENTIN: Desde a idade de seis anos você tem contato com a Virgem. O quê que você viu o que você sentiu e o quê que trouxe esse contato com a Virgem na idade de seis anos? Eu quero o objetivo.

CIDINHA: Eu tive uma infância muito simples, muito humilde e de repente, um dia a noite, com minha avó eu vi Maria. Primeiro Jesus, depois ele chama alguém e veio Maria. Bem, o céu aproximou muito. Eu não entendi o que eles queriam, porque falavam muito entre eles. Eu não entendi nada. Prevaleceu por alguns segundos e depois desapareceu. Ai naquela primeira semana eu fiquei sem entender. Eu não sabia o que que acontecia. E ai começou assim a ver muitas coisas, as estrelas mais perto, as estrelas pareciam que dançavam e a minha família achava que eu tava doente e precisava de médico e Maria pediu que eu silenciasse que ela iria me conduzir daquela data em diante. Ai silenciei depois de uns quinze dias. E ai continuou, mas eu nunca sabia o que eles queriam. Eu tentava seguir o exemplo de Maria, porque ela sempre mostrava fazendo as coisas, assim... Aquela mãe, aquela dona de casa. Eu acompanhava o ritmo dela. Gostava de arrumar as casas daquelas pessoas que não tinham nem o que comer. Ia buscar lenha na mata, ia buscar água no poço, na mina, que era tempo de seca, eu via aquelas casas desarrumadas e Maria aproximava delas e arrumava assim do jeitinho dela e ai eu aprendi aquele ritmo dela e quis seguir e foi bom demais.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Será que você pode descrever a Virgem como você a viu, há seis anos e se ela ainda tem as mesmas semelhanças até hoje, quando você a viu até seis anos?

CIDINHA Sim. Maria nunca mudou os trajes dela, sempre aquela roupinha de sempre, daquelas veste de Nazaré muito simples sempre, nunca mudou as vestes. Às vezes, quando ela vem com uma idade mais velha aí eu fico assustada e ela começa a sorrir, mas ela sempre o mesmo jeitinho de sempre, eu falo ela não envelhece e não muda. É sempre a mesma coisa, Maria de Nazaré.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Quando você a viu com seis anos, você a viu uma só vez, ou esta aparição de seis anos repetiu por um tempo, ou mais algumas vezes?

CIDINHA Não! Essa de seis anos foi uma única, a maneira que eles vieram foi uma única vez, desse jeito. Depois ai continuou uma coisa normal, humana, assim normal, pra mim.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Depois disto, em qual data você teve um novo contato com Nossa Senhora?

CIDINHA Olha, passou um período assim de umas duas semanas ai ela começou a vir. Ai eu não lembro da data com precisão, não lembro de nada. Eu só lembro que todo dia era um novo dia e ela sempre tava vindo.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Você a vê todos os dias, todos os dias toda semana?

CIDINHA Sim. Antes de começarmos aqui ela já apresentou e desapareceu.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Então estes contatos parecem muito naturais, porque são todos os dias?

CIDINHA Naturais. São não como eu quero. Quando eu quero ela não vem, mas quando eu menos espero ela vem.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Ela aparece somente, ou ela fala com você todos os dias?

CIDINHA Não, ela sempre aparece, não quando ela quer falar, ela fala muito pouco, mas ela põe assim na minha mente, sabe? E vem pra minha mente e sai do meu ser.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Então você foi educada e formada por Nossa Senhora depois da idade de seis anos? ...

CIDINHA Sim.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Sim? O quê que trouxe para você a presença e a formação da Virgem. O quê que te acrescentou isto?

CIDINHA Uma sede muito grande se servir melhor, de acompanhar a simplicidade e o silêncio de Maria. E fazer tudo, fazer tudo pelo próximo.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Nossa Senhora te recomenda o que você tem que fazer, ou ela deixa você decidir que tipo de caridade você quer fazer?

CIDINHA Ela mostra a necessidade do irmão e me deixa bem à vontade e quando eu faço sempre sorri, ou ela surge numa outra oportunidade e aquele gesto dela é como assim feliz, feliz por ter feito.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Precise que tipo de caridade que você faz? Cura de doentes e... Que tipo de caridade bem objetivo que você faz.

CIDINHA Tudo porque se Maria vê uma pessoa. Às vezes esta assim uma multidão ela aponta, aproxima e aponta e faz assim com a pessoa.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Você visita os doentes? A virgem te pede para você visitar os doentes e qual é o outro tipo de pedido que a Virgem te faz?

CIDINHA Não, eu sei. Senhora? (aqui ela nos explicou, depois, que Nossa Senhora estava falando com ela) É, às vezes a pessoa está doente e às vezes ela está doente com a matéria e precisa de médico, ai eu visito e não falo que Maria está falando, que Maria ta junto, nunca falo, nunca falo, nunca comprometo Maria. Ai eu ajudo nos meus limites. Às vezes a pessoa ta precisando de um alimente, ou outro remédio. Às vezes ele ta precisando de ser ouvido, de conforto, às vezes, principalmente as mulheres, ta precisando de chacoalhão. Então Maria vai orientando e eu vou fazendo. Ai é tudo!

PADRE RENÉ LAURENTIN: Tem algumas vezes alguém que sara e você consegue sarar com a sua ajuda, com ajuda de Nossa Senhora?

CIDINHA Sim. Maria deixa sempre claro. Se o filho, ou a filha tiver com o coração aberto para o arrependimento das falhas, dos erros das coisas erradas então ela vem, ela ajuda plenamente. É ela e o Filho, eu não envolvo em nada. Quando o irmão, o filho dela, de Maria aproxima e ta com o coração aberto para perdoar, pra mudar de vida, se é que fez algo errado, pra transformação dele, então Maria está com as mãos cheias de benção para dar, para curar, pra fazer tudo para aquele filho. Então eu não envolvo, só fico vendo a graça acontecer e realmente quando o filho está com o coração aberto, acontece tudo, Maria faz tudo.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Ah!...

CIDINHA Maria ta vindo dela... Quando ela, quando ela. Ai ta!... (neste momento observa-se que Nossa Senhora está falando com ela), Ela mostra o filho porque ele ta, é porque ele está sofrido precisando de ajuda, ai eu aproximo e falo: você ta precisando de ajuda? Então ta assim, ele não sabe se está na casa dela, ou se seja na rua, onde quer que seja. Sim acontece tudo natural. E ai ele vai: quando ele fala que precisa de ajuda, aí eu falo: olha você quer falar? Eu gosto de ouvir!... Põe tudo pra fora, se é que você vai tudo te fazer bem. Aí ele fala. Às vezes se é uma mulher ou é homem ele tem alguma coisa que ele próprio prejudica a ele, a ela própria.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Quando a pessoa está em pecado a Nossa Senhora chora?

CIDINHA Chora porque não pode ajudar. Quando ela não pode ajudar.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Sim! Quando ela não pode ajudar.

CIDINHA O céu pode tudo, mas o Filho quer continuar no pecado, então não tem como ela ajudar. E eu aprendi com ela e quando eles vão insistir comigo: não! Reza pra mim! Você pode pedir! Eu falo assim: Não, você não se reconciliou com ela!

PADRE RENÉ LAURENTIN: Como foi a fundação do Santuário de Maria das Lágrimas? Foi quando você tinha seis anos?...

CIDINHA Não. Foi agora ela falou um dia que a gente iria trabalhar pro mundo.eu não sabia o que podia ser. Eu acredito que o trabalho seja este, que é um trabalho mais demorado que a gente ta juntas e já passa de quinze anos e foi acontecendo, ela começou a escrever nas folhas, tudo que ela precisa ela escreve.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Foi neste momento que foi fundado o Santuário?

CIDINHA Foi.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Perdão! Em que ano mais ou menos foi fundado o Santuário?

CIDINHA Foi em 95, eu aproximei, daí oito meses a um ano. 96 começou as formiguinhas a bordar.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Depois desse tempo você vai lá todo dia?

CIDINHA Tinha dias que eu não ia. Aí ela escreveu que precisam de mim lá para ajudar os homens doentes.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Doente de doença material, doença física, ou doentes de pecado?

CIDINHA Eu ainda não sei porque fui obediente e vou lá todos os dias e ajudo eles, mas eu não sei!

PADRE RENÉ LAURENTIN: Vai muita gente no Santuário todos os dias?

CIDINHA Sim. Um dia vai muito, outro vai menos. Mais, muito, com freqüência, muito.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Elas vêm sempre no sábado e no domingo, principalmente no sábado e no domingo?

CIDINHA Não. É durante a semana, porque como nós temos nossas casas, nossos maridos e filhos, as voluntárias sozinha eu não posso abrir a casa, então eu dependo delas. Então um domingo abre, outro não. Aí enche. Este domingo passado teve três ônibus e uma Topic. Mais ou menos 150 pessoas, só na parte da manhã.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Tem mais gente nos dias das festas de Nossa Senhora ou é normal?

CIDINHA É.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Tem conversões?

CIDINHA Muita.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Tem reconciliação de marido e mulher?

CIDINHA Matrimônio? Tem muita.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Tem curas?

CIDINHA Tem muitas, também, tem muitas curas. Amanhã ta agendado, para ele, na parte da manhã o que ele der para atender, com os laudos antes e depois de curas impossíveis.

AÍDA: Ele quer ir lá!...

CIDINHA Muito câncer curado. E tem muitas curas de criança no ventre. A criança não vai nascer, o médico tem que tirar, porque não tem vida, aí eu converso com a criança e ela normaliza a vida dela.

(Uma breve discussão.)

Vai ta muita criança amanhã lá assim com um aninho, dois aninhos, três aninhos...

PADRE RENÉ LAURENTIN: As mamães quiseram que eles nascessem?

CIDINHA Nasceram bem tinha um que não tinha cérebro, não tinha coração e não tinha os rins. Nasceu e ta lá. Inteligente!...

PADRE RENÉ LAURENTIN: Qual idade?

CIDINHA 1 ano e 8 meses.

AÍDA: Ele quer ver os certificados, os laudos.

CIDINHA Tem tudo.

AÍDA: A menina que perdeu o filho está aí. Ele quer a tradução do caso do filho.

FIM DA PRIMEIRA PARTE DA ENTREVISTA

 

DURANTE O ALMOÇO DO DIA 21/05/09, PADRE RENÉ LAURENTIN FALA SOBRE NOSSA SENHORA:

AÍDA: Ele tava na Sinagoga, ai Jesus virou e falou pra ela: Meu Filho onde você tava? Jesus virou e falou assim: estava cuidando das coisas do meu Pai. Ai Jesus virou pra ela, que Nossa Senhora não compreendeu aquilo, naquele momento. Quando Lucas escreveu 30 anos depois é que ela foi compreender. E que São José morreu sem compreender.


Depoimento de Cidinha

Entrevista de Cidinha pelo Padre René Laurentin - 1ª Parte

Entrevista de Cidinha pelo Padre René Laurentin - 2ª Parte

Entrevista de Cidinha pelo Padre René Laurentin - Última Parte

Entrevista de Joceli pelo Padre René Laurentin

Entrevistador: Padre René Laurentin Entrevistado: Maria Aparecida Martins d´Ávila - “Cidinha”
Intérprete: Aída Maria Veloso Pinheiro
Data: 24/05/09
Local: Residência da Cidinha – Vitória - Espírito Santo

PADRE RENÉ LAURENTIN: O Que Você Tem A Dizer?

CIDINHA: Sim. Sinto que esta obra que Maria me pede é para ajudar a família. Para que a humanidade esteja preparada para o fim do homem neste mundo. Este fenômeno é de deus. portanto só ele poderá esclarecer a todos. Percebo, ao ouvir mulheres e homens, as mulheres, entre quatro paredes, com seus homens são exigentes. parece que querem tirar a origem do homem, origem masculina. Denigrem sua imagem que é semelhante à de Deus. o homem revolta sente ameaçado, sente sua imagem denegrida. Ele para ter a esposa sujeita muita coisa dela e refugia lá fora, com delitos, vícios e ela ainda não satisfeita, o difama, denuncia e assim vai.

A família se forma com o marido e a mulher, depois filhos, estudam, formam-se diplomados. e se a mulher não pode ser esposa, como ser boa mãe? que exemplo de formação seus filhos vão ter para viverem no mundo?

Tudo se resume no homem e na mulher. Por isto Maria nos alerta que é a família a base de toda a humanidade, começando com
Adão e Eva.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Qual é a mensagem que resume mais a obra?

CIDINHA: O livro: “Maria Das Lágrimas E As Formigas Bordadeiras”, página 62 Folhas 09/06/08 – 06h:12min.

“Sou Nossa Senhora das Folhas do Jardim do Éden, o extermínio dos homens e mulheres é cada dia o alerta o números de homens mortos é o suficiente para o fim deles na terra ao longo dos tempos por vocês difamá- los vão ao desespero ao vê-los mortos. Jó 14.”

PADRE RENÉ LAURENTIN: Não Tem O Versículo, É Difícil De Achar.

CIDINHA: É todo o capítulo.

AÍDA: Ele não consegue enxergar nesta mensagem que nossa senhora passou que ele conhece muito bem o capítulo 14, o que que você está querendo passar. pede para você rever isto aqui.

CIDINHA: Mas, aqui, ai ele pediu para mim escrever o texto... Esta dificuldade eles têm quando chega na casa e vêem a mensagem. aí escrevi o texto.

PADRE RENÉ LAURENTIN: ?

CIDINHA: Leitura da mensagem: Reflexão da Cidinha sobre esta mensagem da página 62.

“Tenho percebido que os homens, principalmente alguns padres, acham que Maria não escreveria desse jeito, só falando do extermínio dos homens e brava com as mulheres.”

Meus irmãos homens este fenômeno é de Deus, portanto, só ele poderá esclarecer a todos vocês o que Maria quer dizer e também alertar às vezes ouço algumas mulheres falarem: “Fui confessar, o padre era maravilhoso, falei dos meus problemas, principalmente com meu marido, e ele me orientou a separar e ser feliz.”

Essa irmã contou a situação do jeito dela, uma maneira que convenceria não só ao padre, mas a qualquer um que a ouvisse. Ela simplesmente deixou de lado as vezes que quase matou de raiva seu companheiro. Falando coisas que somente a ela beneficiariam, elogiando somente o próximo, e por ai vai...

Deus conhece este homem e Maria o acompanha, é seu filho. Deus e Maria sabem que essa mulher é superficial. Não respeitou seu marido no momento de deslize, não deu a ele força e nem conselhos que o ajudassem, não foi amiga, só desejou a ele maldades. Ao voltar da confissão ela ainda o provocou, colocando contra o padre e afastando-o da igreja.

Se este homem – que ama sua família – já está sofrido com as provocações da vida e a esposa ainda diz que o padre mandou separar, que futuro este homem terá, se para ele o padre seria a pessoa que poderia ajudá-los com bons conselhos? Desta forma, este homem vai ao desespero e começa a agir inadequadamente e ainda é julgado pela sociedade.

Irmão, graças a Deus existe uma “mulher” em defesa dos amados homens, sorte dos homens ter Maria ao seu lado para defendê- los e livrá-los das mulheres maldosas ao tirá-los delas e dar-lhes uma vida melhor noCéu. Não existe motivo algum para as pessoas se revoltarem e criticarem as mensagens de Maria se “Ela” só quer o melhor para todos nós, e isso só depende de acordarmos e mudarmos o nosso proceder!

Obs.: Se há alguma dúvida de que poderia ser mão humana que borda as folhas?

Meus queridos irmãos, em seu momento íntimo de oração com Deus e com Maria, em suas preces, peça a ela uma resposta do que te atormenta. Não sabemos quem você é, e nem em qual país você vive. Mas para o Céu, é só pedir com o coração. Se for merecedor, você terá sua resposta (se Maria achar prudente responder).

Os sacerdotes são filhos muito amados e especiais, pois vivem uma vida de dedicação e renuncias para servir a Deus. Eles podem não perceber, mas podem ter tudo de Maria, pois Ela os admira e quer dar tudo a eles. É só saberem pedir.

AÍDA: Ele está rindo, porque você esta xingando muito as mulheres.

CIDINHA: Não! Não estou xingando as mulheres, mas elas são difíceis mesmo!

PADRE RENÉ LAURENTIN: Você é uma mulher. Você é difícil?

CIDINHA: Já dei trabalho para Maria. 

PADRE RENÉ LAURENTIN: Você fala que as mulheres são perversas. Você seria uma mulher perversa?

Cidinha: Não! Não! Não! Eu tento corrigir meus erros todo dia, para não cometer no dia seguinte.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Algumas mulheres são perversas nãos as mulheres são perversas, porque a Cidinha não é perversa. Você está me fazendo achar que ela é perversa. Está generalizando.

CIDINHA: Eu não sou perversa, mas sou humana e estou sujeita a cometer os mesmo erros, se não ficar atenta e obediente à Maria.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Merci.

CIDINHA: Ontem ele perguntou dos textos. É estes textos que tenho escrito.

PADRE RENÉ LAURENTIN: As orações cotidianas suas, você as faz aqui ou lá na “Casa”?

CIDINHA: De manhã, nas primeiras horas, eu tenho minhas orações, onde eu faço da Sagrada Escritura, medito, rezo meu terço, para depois começar o meu dia.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Quais orações?

CIDINHA: São os Salmos 4, 5, 6, 7 e 8.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Pela manhã? 4h30min às 5h?

PADRE RENÉ LAURENTIN: Depois das rezas, o que você faz?

CIDINHA: Levanto, ai começa o meu dia. Cuido da minha casa rápido, cuido das coisas que meu marido me pede, porque ele trabalha fora... Aí vou fazer as coisas dele e depois vou cuidar das coisas de Maria.

PADRE RENÉ LAURENTIN: O que significa cuidar das coisas de Maria?

CIDINHA: Até meio-dia eu cuido das coisas da casa, servindo o meu marido, o lar e meio-dia eu vou para casa dela, ajudar ela lá com o povo. Não tem hora pra voltar: às 4h, 5h, 6h, enquanto tem gente.

PADRE RENÉ LAURENTIN: O que que você faz na “Casa de Maria”?

CIDINHA: Nós chegamos lá rezamos três terços que Maria pede: Terço da Ave Maria (terço do Rosário), Terço de Nossa Senhora das Lágrimas, Terço da Divina Misericórdia.

PADRE RENÉ LAURENTIN: É o terço do Papa João Paulo. Continue rapidamente.

CIDINHA: Depois, ai chega os doentes, chega as pessoas sofridas, ai eu vou ajudando, conversar com eles.

PADRE RENÉ LAURENTIN: O que você faz depois? E de noite o que você faz?

CIDINHA: Eu chego em casa, às vezes preciso descansar um pouquinho, dependendo do movimento lá, ainda que tenha as meninas, que atendam, que mostram pro povo, tem aqueles outros que eu ajudo diferente. Chego em casa, aí eu tenho que repousar ainda que seja uns quinze a trinta minutos, para ter que recuperar a minha mente, porque eu chego muito cansada. Aí eu vou fazer alguma coisa, ajeitar alguma coisa e depois eu faço as minhas orações para mim dormir.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Você janta?

CIDINHA: Às vezes eu lancho, faço um lanchinho leve.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Na sua jornada não tem missa nunca?

CIDINHA: Tem!... Não diária. Uma vez por semana. Quando celebra lá na Serra eu assisto, quando tem tempo, eu vou.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Na noite você dorme bem?

CIDINHA: Às vezes.

FIM DA ENTREVISTA.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Quando você não dorme você reza?

CIDINHA: Rezo.

Neste momento Aída faz a leitura do relatório para o Padre René.

CIDINHA: Eu só queria concluir da Igreja. Mensagem da Igreja que Nossa Senhora trouxe do dia 06-06-2008, página 63.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Por que você quer ler esta mensagem?

CIDINHA: Por causa da Igreja.

Lado B

Aída lê a mensagem em francês – página 63.

Folha 06-06-0208 – 18h20min.

“Eu Maria falo a Igreja de Cristo está à p(e)rigo de um (h)olocausto seus símbolos religiosos serão recolhidos e destruídos pelo inimigo no mundo ferindo princípios dos Céus e fique atentos o extermínio dos homens está aí tanto avisei culpa das mulheres de Difamá-los. Não tem mais jeito resta a (eles) felizmente o sepulcro”.

FIM DA ENTREVISTA


Depoimento de Cidinha

Entrevista de Cidinha pelo Padre René Laurentin - 1ª Parte

Entrevista de Cidinha pelo Padre René Laurentin - 2ª Parte

Entrevista de Cidinha pelo Padre René Laurentin - Última Parte

Entrevista de Joceli pelo Padre René Laurentin

Entrevistador: Padre René Laurentin Entrevistado: Maria Aparecida Martins d´Ávila - “Cidinha”
Intérprete: Aída Maria Veloso Pinheiro
Data: 23/05/09
Local: Residência da Cidinha – Vitória - Espírito Santo

PADRE RENÉ LAURENTIN: Cidinha você poderia descrever a Virgem, seu rosto, suas roupas, seu jeito de ser.

CIDINHA: Eu falo que descrever a Virgem é muito difícil, a beleza dela vem de dentro pra fora e transluz, não tem como descrever. É como se ela representasse toda mulher do mundo. O que sai de dentro dela a torna mais bela de todas as mulheres. E a roupa dela é a mais simples, sempre a mais simples.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Ela tem sempre a mesma roupa?

CIDINHA: Sempre! Muda a cor dela, um creme mais claro, um rosinha mais claro, mas nunca que sai disso.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Sapatos ou não?

CIDINHA: Precata. Sempre precata. (Sandália rústica.)

PADRE RENÉ LAURENTIN: ? (Não entendi.)

CIDINHA: Mel.

PADRE: Não entendi.

CIDINHA: O cabelo é castanho, mas é queimado de sol. As pontas é bem amarelo e bem oleoso.

AÍDA: Você disse a ele na França que outras pessoas viam Nossa Senhora com você. Tem sempre outras pessoas que vêem Nossa Senhora com você?

CIDINHA: Quando ela fica humana, humana de poder assim, vêem.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Muita gente a vê?

CIDINHA: Sim, ele não sabem que é Maria, eles percebem por causa da humildade dela, da roupa, eles ficam achando estranho que aquela mulher é estranha.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Depois eles ficam sabendo que era ela?

CIDINHA: Ficam me perguntando. Se eu tenho autorização. Não. Eu não falo. Eu nunca falo que é ela. E eles insiste que é Maria. Então fica no coração de vocês que é Maria.

PADRE RENÉ LAURENTIN: As outras pessoas que vêem Nossa Senhora vêem a mesma coisa que você? A mesma descrição?

CIDINHA: Sim. Porque ela, Maria vem como humana, como uma mulher humana, então eles vêem, mas não sabem. Vêem a roupa estranha, acha diferente, mas não sabem que é Maria, mas eu sei que é Maria por causa do jeito dela divino.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Tem muitas pessoas que a vêem?

CIDINHA: Não. A gente nunca sabe quando vai acontecer. Às vezes passa um tempo e depois acontece quando menos espera, mas eles nunca sabe que é Maria. Acha estranho o jeito de ser, o jeito de vestir, mas fica assim.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Como você sabe que estas pessoas vêem a Virgem se eles não sabem que é ela?

CIDINHA: É porque ela é a Virgem. Eu sei que ela é a Virgem. Não tem como confundir.(...) Não sei se eu vou saber responder. Quando Maria vem no altar humana, viva, eu acho que eles estão vendo todos que estão lá os voluntários, pessoas visitantes e eles não vêem. E eu acho que eles não estão vendo. E quando eles saem, eles dão as costas e saem eu fico: Nossa por que fizeram isto? Por quê que te deixaram aqui? Aí às vezes eu fico assim até triste, mas eles não estão vendo, às vezes dá essa diferença. Eu sei quando Maria ta humana assim. Raramente acontece, mas eu sei quando é Maria, e que eles estão vendo Maria, eles não sabem que é Maria, como assim, você está aqui ai Maria, Maria de repente surge, surge normal, vem caminhando como Ela vem e aí eles vêem uma pessoa. Aí ficam achando diferente, comentam: por que ela é sua conhecida? Por que ela veste assim?

PADRE RENÉ LAURENTIN: Onde eles vêem a Virgem, na casa das Lágrimas (Casade Maria), em outros lugares?

CIDINHA: É já aconteceu na Casa dela, tirando dessa vez no ônibus, que nos encontramos, eles a vêem na casa dela.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Qual é o essencial das mensagens, desde que você começou a receber. Fazer brevemente um resumo das mensagens mais importantes e o que essas mensagens mais importantes elas querem expressar?

CIDINHA: Hoje, eu tava lá embaixo, mas deu pra mim ouvir um pouco assim rápido uma hora que ele falou que os homens são sofridos, tem sede, ta procurando alguma coisa, Deus e não encontra. Então Maria eu sinto que ela quer a nossa ajuda de mulher ajudar os homens a encontrar Deus. Porque eles são igual a Deus, então eles tem que conhecer Deus então é com o nosso proceder, com o exemplo de Maria que nós vamos poder ajudar os homens.

PADRE RENÉ LAURENTIN: É isto é a principal mensagem?

CIDINHA: É. Dá pra sentir que Maria quer que nós ajudamos os homens. Os homens é muito importante na face da Terra. Muito importantes...

PADRE RENÉ LAURENTIN: E as mulheres não os ajudam muito?

CIDINHA: Não. Elas vão na Igreja todos os dias, elas fazem do jeito delas, mas fazem os homens sofrer muito, porque os escraviza por que quer do jeito delas.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Os homens também, não?

CIDINHA: Não. Os homens eles são humildes e eles seguem Deus, eles tem tudo a ver com Deus e nós mulheres somos muito mais Eva do que Maria.

PADRE RENÉ LAURENTIN: De verdade? As mulheres vão muito mais a missa do que os homens?

CIDINHA: Os homens eles tem o coração puro eles quando ouvem eles tem sede de alcançar e as mulheres não, se não for do jeito delas, elas não aceita, elas pisa querem ver os homens na pior!

PADRE RENÉ LAURENTIN: Quando você vai no jardim, lá na casa, você fala isto para os homens e para as mulheres?

CIDINHA: Falo: tem ouvido muitas mulheres. E agora não ouço mais elas. Se não tiverem acompanhadas de seus maridos, ou com seus filhos não as ouço mais, porque elas conversam de um jeito, querem ser aceitadas, as quando a gente vai ouvir a mãe e o filho, ou o marido, a mulher, aí graças a Deus ela consegue enxergar que o marido dela é muito melhor, tem muito mais qualidades do que problemas, ele tem muito mais riqueza do que ela, ai ela começa a chorar. Tem acontecido muito isto.

Quando uma mãe está em dificuldade com o filho, ai eu quero o filho e a mãe junto. Ai eu peço ela pra silenciar e peço a ele pra falar. Às vezes ele fica um pouco tímido mais Maria num instante, passa, como numa tela rápida de televisão e eu falo: Olha você criou este filho pra você e não criou para o mundo, para viver numa sociedade. Você entrega ele a Maria, a Jesus e você tem medo que aconteça com ele as coisas. Primeiro a mãe dele é Maria, você é uma mãe emprestada, então ama seu filho diferente, e aí eles ficam alegres seja a idade que for 4,5,6,7,15,20, 30 anos, ficam diferentes, eles abrem um sorriso e eu falo: _Ajuda seu filho a ser feliz! E assim a mesma coisa com o marido. Ele comete o delito e ela fala: não perdoa, mas ela comete muito mais delitos do que ele.

PADRE RENÉ LAURENTIN: A sua missão é uma missão familiar?

CIDINHA: Olha! Eu tô quase acreditando que é.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Você publicou suas mensagens em cima disto?

CIDINHA: Não. Quando Maria traz a mensagem e que elas ficam perguntando lá, o que que ela quer dizer? O que que ela quer com isso? E aí eu não dou conta de responder, ou atender todo o povo e aí eu escrevo, ponho no papel depois das minhas orações e eu peço autorização a Virgem e enquanto ela não autoriza que eu possa fazer aquilo eu não faço, mas quando ela autoriza eu faço, eu passo pra frente, aí tem ajudado bastante. Deixo bem claro que eu falo com minha conta própria assumindo a minha responsabilidade, aproveitando que eles perguntam o que que Maria quer escrevendo desse jeito, eu falo ela não quer assustar-nos, ela quer nos ajudar, a crescermos para ajudar o mundo, os homens.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Você tem outras missões?

CIDINHA: Não. Não sei eu sou obediente ao que é me pedido e quando eu não entendo o que ela quer passar, ela escreve na folha: _Filha você não entendeu nada, filha é isso! E por ali eu vou tirando. Eu só escrevo porque me pedem pra escrever. Eu falo lá na Casa de Nossa Senhora, ou eu falo numa visita que eu tiver fazendo com alguma família e eles pedem: escreve, escreve vai ajudar muitas outras famílias e aí quando Maria dá autorização eu escrevo.

(Aqui ocorreu uma breve interrupção.)

PADRE RENÉ LAURENTIN: Você tem outras missões além das mulheres?

CIDINHA: Não sei dizer, não sei responder

(já não respondeu antes?).

PADRE RENÉ LAURENTIN: Você publicou as suas mensagens?

CIDINHA: No livro, tem algumas, assim uns pareceres que eles pediram pra eu escrever que já ajudam muita gente.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Quantos livros?

CIDINHA: As mensagens de Maria, tem um livro só e são muitas as mensagens de Maria e lá no final eu coloco o meu parecer conforme já havia dito, mas é pouca é poucas que tem. Porque eu tenho muito escrito. Quando me pedem eu coloco, mas se não me pedir vai ficar por tempo por vir.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Porque não publica um livro com todas as mensagens?

CIDINHA: Porque eu vejo que as mensagens de Maria são importantes, eu não quero chamar atenção, eles têm que procurar entender as mensagens de Maria e viver as mensagens de Maria. Eu fico meio assustada assim de escrever, escrevo alguma coisa quando me pedem, insiste muito, mas eu não gosto de escrever.

AIDA: Porque cada estudo que ele faz dos videntes ele faz a bibliografia e as mensagens que são dadas, para cada aparição. Você guarda as suas, mas você pode dar pra ele algumas que você já publicou?

CIDINHA: Posso. Posso sim.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Então você pensa amanhã, providencia, por que depois de amanhã será muito tarde. Você tem alguma mensagem para o futuro da Igreja?

CIDINHA: Temos que rezar muito, rezar muito e procurarmos fazer a nossa parte. Nós temos que rezar, rezar muito pra Igreja, nós somos Igreja. E Maria tem frisado a extinção dos homens, o fim dos homens e Maria pede para a gente rezar pros padres, pro papa e das autoridades da Igreja. Porque se eles renuncia um mundo lá fora e nós em vez de ajudar compreendendo, somando força, com nosso ciúmes, com nossas intolerâncias não ajudamos a Igreja. 

PADRE RENÉ LAURENTIN: Então você não é feminista, não?

CIDINHA: Ah! Um padre uma vez falou pra mim assim: “Ah! Estou desconhecendo você! Você tem que ficar a favor das mulheres.” Eu falei pra ele: Ah! Se eu ficar a favor das mulheres, elas estão como Eva e tenho que ficar a favor das mulheres que têm que ficar como Maria, elas não estão!

(Risos.)

PADRE RENÉ LAURENTIN: Para as mensagens do futuro você tem medo do fim do mundo?

CIDINHA: Não! Não tenho. É a gente com todas as dificuldades, as aprovações, mas a gente pode fazer a terra um pedaço do Céu, dentro da nossa casa, do nosso lar, com o convívio com os irmãos. É muito Bão. Não tenho medo do fim do mundo. Tento fazer a minha parte.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Mas o fim do mundo seria o retorno de Cristo!...

CIDINHA: Mas Cristo pelo que eu vejo de Maria, Mãe dele, Ele já ta no nosso meio. Ele subiu, mas ficou também aqui.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Uai, um pequeno pedaço não. Ele está inteiro na Eucaristia.

CIDINHA: Então Ele está melhor ainda, ele está todo inteiro aqui na terra. Não é porque eu falei isso. Ele fica parte no Céu e parte na terra. Então é por isso, mas se ele está todo aqui direto, melhor ainda.

AÍDA: Ele está agradecendo e se você tiver qualquer coisa a acrescentar na entrevista amanhã você dá tempo de acrescentar.

CIDINHA: Ta bem.

 

FIM DA SEGUNDA PARTE DA ENTREVISTA

Depoimento de Cidinha

Entrevista de Cidinha pelo Padre René Laurentin - 1ª Parte

Entrevista de Cidinha pelo Padre René Laurentin - 2ª Parte

Entrevista de Cidinha pelo Padre René Laurentin - Última Parte

Entrevista de Joceli pelo Padre René Laurentin

Entrevistador: Padre René Laurentin
Entrevistado: Joceli Ramos Bezerra
Data: 24/05/09.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Fale seu nome, endereço e fale tudo que você faz, profissão, idade.

JOCELI: Eu sou casado e me chamo Joceli Ramos Bezerra. Minha esposa se chama Claudia Lúcia Nascimento Bezerra. Moro na Rua Alberi Nunes, 211 – Bairro São Lourenço – Serra – Espírito Santo. Idade 57 anos.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Você tem criança?

JOCELI: Tem. Tem um rapaz de 20 anos e um menino de três anos.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Em que data você casou?

JOCELI: Eu casei em 1986.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Em que ano nasceu?

JOCELI: Eu nasci em 6 de novembro de 1951.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Foi o senhor que construiu esta casa?

JOCELI: Sim.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Quando?

JOCELI: Em 1989.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Foi você o primeiro morador?

JOCELI: Sim.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Foi quando Nossa Senhora começou a deixar as coisas que você deixou de morar aqui?

JOCELI: Não. Quando eu morava aqui já tinha começado já a manifestação das folhas.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Quando que caiu a primeira folha, você sabe a data?

JOCELI: A data eu não sei não, porque a Cidinha acompanhou a gente, né! A gente só sabe o ano que foi em 1996.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Foi no inverno, no verão?

JOCELI: Foi assim na primavera, em setembro.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Como você compreendeu que foi Nossa Senhora quem mandou esta folha?

JOCELI: Como a compreendi ? Eu compreendi o seguinte que aqui na terra a gente dificilmente, né, pelo que tá escrito, assim na folha, os furinhos é completamente diferente do que uma pessoa poderia fazer.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Você percebeu de repente, que os homens não poderiam fazer isto?

JOCELI: Sim.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Como você soube que era Nossa Senhora?

JOCELI: Como que eu soube que era ela ? Ora devido a manifestação.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Qual manifestação?

JOCELI: A manifestação ? Dela assim, a gente pegar e achar a folha já pronta no chão.

PADRE RENÉ LAURENTIN: O que te fez acreditar que a mensagem era de Nossa Senhora?

JOCELI: A fé.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Foi a Cidinha que falou com você também, que era Nossa Senhora?

JOCELI: Foi a Cidinha. Foi a pessoa que viu a primeira folha, a primeira folha que apareceu foi uma cruz numa folha de manga.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Foi ela quem disse para você que era uma folha de Nossa Senhora?

JOCELI: Ela disse.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Este fato da primeira folha confirmou e aumentou a sua fé?

JOCELI: Com certeza! 

PADRE RENÉ LAURENTIN: O que isto tudo mudou na sua vida?

JOCELI: Mudou muita coisa, mas para melhor.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Como ? O que mudou na sua vida?

JOCELI: O que mudou? Mudou o seguinte que o meu menino o mais velho era doente e depois com a fé que nós temos em Maria ele está saudável.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Você podia dizer que doença tinha?

JOCELI: Ele tinha alergia a qualquer coisa e tinha também bronquite asmática.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Que idade ele tinha?

JOCELI: Ele tinha três anos.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Agora ele tem quantos anos?

JOCELI: agora tem 20 anos.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Ele estuda ou trabalha?

JOCELI: Ele estuda.

PADRE RENÉ LAURENTIN: E o senhor. O senhor trabalha?

JOCELI: Trabalho. Eu trabalho no Instituto da Previdência da Prefeitura, da Serra. « Instituto da Previdência da Prefeitura da Serra ».

PADRE RENÉ LAURENTIN: Na administração municipal?

JOCELI: E não é direto na administração municipal, mas é um instituto que presta serviço para a Administração Municipal.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Foi difícil para você encontrar outra casa quando esta se tornou um Santuário?

JOCELI: Olha, no inicio sim, porque né, a Cidinha, né providenciou né e Maria passava a mensagem que desse outra casa.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Quem pagou a casa?

JOCELI: Voluntários.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Você deixou esta casa aqui quanto tempo depois da primeira folha?

JOCELI: Depois da primeira folha ? Olha tem uns sete anos.

PADRE RENÉ LAURENTIN: A casa nova é maior do que esta para suas duas crianças?

JOCELI: É o necessário.

PADRE RENÉ LAURENTIN: A outra é maior?

JOCELI: É a mesma dimensão desta.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Quantas árvores tem no jardim?

JOCELI: Aqui, no jardim ? Tem cerca de 12 árvores.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Quais espécies de árvores que você tem aqui?

JOCELI: Vou citar só algumas: jaqueira, abacateiro, laranjeira, carambola, goiaba, mangueira.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Tem castanheira?

JOCELI: Tem.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Tem acácia com flores brancas?

JOCELI: Não.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Foi você quem plantou as árvores?

JOCELI: Algumas foram, algumas já tinham.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Tem mais coisa para falar?

JOCELI: Não.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Antes de acontecer tudo isto você ia à missa regularmente, sempre foi católico?

JOCELI: Com certeza. Sempre fui católico. Casei no religioso, eu e minha esposa fizemos o curso de casamento, fui batizado.

PADRE RENÉ LAURENTIN: Obrigado.

FIM DA ENTREVISTA.


Depoimento de Cidinha

Entrevista de Cidinha pelo Padre René Laurentin - 1ª Parte

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